segunda-feira, 2 de maio de 2011

Curiosidades Bíblicas

Curiosidades Bíblicas 3

A palavra “cristão” só aparece três vezes na Bíblia. (Atos 11.26, Atos 26. 28 e 1 Pedro 4.16)
Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem. (Juízes 16.19)
O nome mais comprido e estranho da Bíblia é Maersalalhasbas – filho de Isaías. (Isaías 8.3-4)
A palavra “Deus” aparece 3.828 vezes na Bíblia.
Jubal foi o primeiro músico citado na Bíblia. (Gênesis 4.21)
A mãe de Moisés recebeu salário para criar o próprio filho. (Êxodo 2.8-9)
No passado um escravo receberia a liberdade se perdesse um dente. (Êxodo 21-27)
Nos livros de Ester e Cantares de Salomão, não encontramos a palavra Deus.
Melquisedeque era rei e sacerdote. (Gênesis 14.18)
A Bíblia diz que o coração alegre é bom remédio. (Provérbios 17.20)

Curiosidades Bíblicas

Curiosidades Bíblicas 2

A frase não temais aparece na Bíblia 366 vezes, uma para cada dia do ano, sobrando uma para o ano bissexto.
A palavra cristão só aparece três vezes na Bíblia: Atos 11.26; Atos 26.28 e 1 Pedro 4.16.
Há uma profecia no livro de Naum 2.4 que fala acerca do trânsito e dos automóveis nos últimos tempos, exatamente como ocorre em nossos dias.
O versículo que se encontra no centro da Bíblia está em Salmos 118.8: “Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem”. As cidades de Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim foram destruídas por Deus (Deuteronômio 29.23).
Salomão escreveu três mil provérbios e mil e cinco cânticos (1 Reis 4.32).
Evangelho significa literalmente Boa Notícia; mas muitas vezes, nos textos bíblicos, ela significa a história do ministério de Jesus, isto é, Suas obras, morte e ressurreição.
O denário era uma moeda de prata e era o pagamento por um dia de trabalho (Mateus 20.2).
Os discípulos foram chamados cristãos pela primeira vez na cidade de Antioquia (Atos 11.26).
A palavra imortal é encontrada somente uma vez na Bíblia (1Timóteo 1.17 ).

CURIOSIDADES BÍLBICAS

Curiosidades Bíblicas 1

O Antigo Testamento foi originalmente escrito em hebraico, com algumas passagens em aramaico (em Daniel, Esdras e Jeremias). Já o Novo Testamento foi inteiramente escrito em grego.
A 1ª tradução da Bíblia completa em português foi publicada somente em 1753, na tradução de João Ferreira de Almeida.
A divisão em capítulos foi feita em 1227 d.C. e a divisão em versículos é de 1551. O objetivo desta divisão é facilitar a consulta.
A Bíblia tem 66 livros sendo 39 do Antigo Testamento e 27 do Novo Testamento.
O maior livro da Bíblia é o livro de Salmos com 150 capítulos e o menor é o livro de II João com 13 versículos.
O Salmo 119 é o mais longo da Bíblia, é um acróstico. Os 176 versículos acham-se divididos em 22 seções, de oito versos cada uma, correspondendo a cada uma das letras do alfabeto hebraico.
A arca de Noé media 134m de comprimento, 23m de largura e 14m de altura. Sua área total nos três pisos era de 9.250m2 e um volume total de 43.150m3 aproximadamente: o que a torna próxima das embarcações atuais (Gênesis 6.15-16).
“BÍBLIA” vem do grego Biblion (que significa “livro”). O plural de biblion é BÍBLIA (que significa simplesmente “LIVROS). A Bíblia contém 66 livros, 1.189 capítulos, 31.278 versículos, dos quais mais de 5.000 são promessas (alguns autores falam de cerca de 32.000 promessas, o que daria a média de mais de uma promessa por versículo) e cerca de 3 milhões de letras.
Escribas (Mateus 23.2): Tinham esse nome porque escreviam (copiavam) os escritos bíblicos numa época em todas as cópias tinham que ser feitas à mão. De tanto copiarem o Velho Testamento, eles acabaram se tornando grandes conhecedores dos escritos bíblicos, por isso também eram chamados de “doutores da Lei”. Muitos escribas se converteram ao Senhor Jesus, mas a maioria era contra o Cristianismo e por isso foram duramente criticados por Jesus.
Igreja (Mateus 16.18): Esta palavra ocorre 109 vezes na Bíblia, mas não aparece nenhuma vez no Antigo Testamento. É a tradução da palavra grega eklesia e significa “chamados para fora”. O conceito exato é que igreja é um povo que Jesus comprou com Seu sangue. A igreja não tem nome, nem endereço, nem cor, nem tribo, nem nação. Ela não é uma instituição com templos, organizações, etc. A igreja são as pessoas, o povo de Deus.

O Mistério do Mar Vermelho

A travessia do Mar Vermelho feita pelos hebreus sob o comando de Moisés é um dos episódios mais intrigantes da Bíblia. Ela conta que diante da intransigência do faraó que não quis permitir a saída dos hebreus, Deus enviou e só depois, então, tiveram permissão para a retirada. Entretanto, quando os hebreus já haviam iniciado a sua marcha, o faraó arrependeu-se de tê-los libertado e, a frente de 600 carros escolhidos e equipados com tropas de Escol, foi-lhes ao encalço. Alcançou-os às margens do Mar Vermelho. O povo se apavorou e Moisés lhes disse:
Não tenhais medo; ficai e considerai as maravilhas que Javé fará hoje; pois os egípcios que agora vedes, não tornareis a vê-los jamais. Javé combaterá por nós; nada vos restará a fazer.” (Êxodo 14.13,14).
Estavam nessa situação dramática quando Javé disse a Moisés: Por que clamas a mim? Ordena aos filhos de Israel que continuem o seu caminho. E tu, levanta o bastão e estende a mão sobre o mar; divide-o para que os filhos de Israel caminhem a pé enxuto pelo meio do mar.” (Êxodo 14.15,16).
O patriarca, obedecendo às ordens do Senhor, levantou o seu cajado e estendeu a mão sobre as águas e, prossegue a narrativa bíblica: “Tendo Moisés estendido a mão sobre o mar, Javé fê-lo recuar por meio do vento leste durante toda a noite. Os filhos de Israel entraram pelo meio do mar a pé enxuto, tendo as águas como um muro à direita e à esquerda. Os egípcios que os perseguiam invadiram atrás deles o meio do mar: toda a cavalaria do faraó, os seus carros e cavaleiros.” (Êxodo 14.21-23).
Depois que o exército egípcio penetrou pelo centro da imensa massa de água fendida, Javé provocou pânico entre eles, travou as rodas dos carros e os guerreiros tiveram dificuldade em avançar. Então, disse Javé a Moisés: “Estende a mão sobre o mar, para que as águas voltem sobre os egípcios, seus carros e seus cavaleiros.
“Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o mar, ao romper da manhã, voltou para o seu lugar habitual. Os egípcios, fugindo ao encontro dele, foram aniquilados no meio do mar. As águas no seu refluxo cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército do faraó que tinham entrado no mar; não escapou um só deles (Êxodo 14.26-28).

Se o fato ocorreu como descreve a Bíblia é uma incógnita. Pesquisas, entretanto, não faltam sobre o assunto. No fundo do golfo de Acaba, local em que se acredita que possa ter sido o cenário das cenas descritas pela Bíblia, mergulhadores têm encontrado estranhas formas cobertas por corais, como essa que vemos ao final desse texto, e que se assemelham muito às rodas de carruagens usadas no tempo de Moisés. Atualmente não é permitido retirar tais objetos de seus lugares, mas no final da década de 70 do século XX foi encontrada e retirada do local a parte central de uma roda. Ela ainda apresentava os restos de oito raios e se acredita que possa ser datada da XVIII dinastia egípcia, que reinou aproximadamente entre 1550 e 1307 a.C., pois somente nesse período se usava rodas com oito raios. O autor da descoberta foi Ron Wyatt, um arqueólogo amador já falecido, que passou muitos anos procurando evidências físicas dos eventos mencionados na Bíblia. Atualmente existe nos Estados Unidos um museu e centro de pesquisas denominado Wyatt Archaeological Research que exibe as diversas fotos feitas por mergulhadores naquela região. O significado de eventuais achados é de extrema importância para a datação do êxodo e a determinação da dinastia durante a qual teria ocorrido.

(POSSÍVEL MARCA DE RODAS ENCONTRADAS NO FUNDO DO MAR)

As três grandes festas dos israelitas: Páscoa

Começava na primavera, tinha duração de  sete dias e era seguida pela festa dos pães asmos (Lv 23:5 e 6). O primeiro e o sétimo dia eram dias santos, onde não era permitido fazer qualquer tipo de trabalho. A festa começava com uma refeição sacrifical, cheia de simbolismos, ou seja, comia-se um cordeiro assado como recordação do sacrifico. Pães asmos (pães sem fermento) que simbolizavam a purificação do povo. E ervas amargas para recordação da servidão amarga no Egito.

A festa da páscoa é o memorial da libertação dos israelitas. A palavra Páscoa ou Pessach, em hebraico significa “saltar por cima”, “passar sobre” lembrando o fato mencionado no livro de  Êxodo 12.23, onde o espírito da morte passava sobre as casas ungidas com o sangue do cordeiro, sem causar nenhum dano, e matava os primogênitos dos egípcios cujas casas não tinham a marca. Hoje, com Jesus, nosso Cordeiro Pascal, somos livres da escravidão maligna e da penalidade do pecado. Por isso, podemos desfrutar a paz, a proteção de Deus, e a vida eterna.