quinta-feira, 21 de julho de 2011

Hora da História: Gideão Parte I

Publicado no Blog da EBI 

Eis o primeiro vídeo da historinha de Gideão
Acompanhe que colocaremos a sequência.
É um prazer ensinar a fé de forma tão interessante!

terça-feira, 24 de maio de 2011

IURD TV

Assista à IURD TV.
Clique no link: http://www.arcauniversal.com/iurdtv/
Espalhe por aí:
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Voz da sabedoria

Tudo que Deus criou segue um regulamento, uma ordem e também uma hierarquia.
A família também está nessa condição de procedimento e ordem, quando Ele deu aos pais autoridade sobre seus fi lhos, requerendo deles a obediência.
Alguns anos atrás, era notório a infl uência do pai e da mãe sobre os filhos. Bastava o respeito e a maturidade para serem reconhecidos como capazes de dirigir uma família.
Hoje, a maioria dos pais dá aos fi lhos condições para estudarem em boas escolas e assim se formarem e, com isso, passam a ter uma profi ssão liberal. Na prática da mesma, vão se especializando e ganhando mais conhecimento ainda. Assim, menosprezam os conselhos dos pais e seguem a vida achando-se que sabem tudo. Por isso as coisas não dão certas, pois não querem ouvir a voz experiente dos pais. Por outro lado, os pais não assumem o papel de autoridade constituída por Deus e, em consequência disso, são levados a muitas decepções e vergonhas.
Porém, para ser sábio e maduro, não há necessidade de estudar muito e ser formado em alguma coisa. Sábio é aquele que usa a fé inteligente, ouvindo a voz de Deus, colocando em prática os Seus conselhos em toda sua vida. Muitos iletrados, porém tementes a Deus, têm usado de sabedoria com os seus fi lhos.
Desde o mundo antigo, até o mundo moderno de hoje, para se obter a bênção de Deus, seja na vida física, com saúde; na fi nanceira, com sucesso; na espiritual, com alegria da salvação é preciso ser humilde para pedir a orientação e direção de Deus em todos os aspectos de sua vida.
Deus, através do rei Salomão, fi lho de Davi, deixou uma lição de vida para todos, crianças e adultos, com instrução ou sem instrução: “Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” (Provérbios 1.8).
Ester Bezerra

domingo, 15 de maio de 2011

Transtornos alimentares

Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de comportamento de risco para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulêmicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração emocional e do comportamento.

Emocionalmente esses pacientes de risco apresentavam alguma crítica constante a alguma parte do corpo, insatisfação com o peso, enfim, alguma alteração na percepção corporal (Dismorfia) com diminuição gradativa de suas atividades sociais. Comportamentalmente, apresentavam hábito de fazer dieta mesmo quando o peso estava proporcional à estatura e, mesmo ao perderem peso, continuavam com a dieta (Fisher, 1995).
É importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, o isolamento, os problemas de relacionamento, a preocupação e vergonha com o corpo, a distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada Síndrome da Adolescência Normal (Referência).
Na psiquiatria, diferentemente do que acontece na obstetrícia, onde a pessoa ou está ou não está grávida, podemos encontrar alterações em graus variados. É como se a pessoa pudesse estar muito grávida ou pouco grávida. E assim acontece com as alterações da auto-imagem corporal.
Sabemos que para se desenvolver a Anorexia Nervosa e a Bulimia é necessário que o paciente experimente antes a Dismorfia Corporal. A característica essencial da a Dismorfia Corporal (Transtorno Dismórfico Corporal pela CID.10 e DISM.IV ou, historicamente, Dismorfofobia) é uma preocupação com algum aspecto na aparência, sendo este aspecto obsessivamente imaginado ou, se realmente houver algo presente, a preocupação sobre isso é acentuadamente excessiva e desproporcional. Essa preocupação exagerada causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento sócio-ocupacional.
Mas, como vimos antes, sendo a psiquiatria uma área caracteristicamente pautada em graus de variações em suas alterações, a Dismorfia Corporal pode ser leve, moderada e grave. Para alterações na Conduta Alimentar é necessário que a pessoa tenha uma auto-imagem alterada quantitativamente ou qualitativamente. Pode estar se achando muito gorda, quando na realidade seria apenas “cheinha”, pode estar se vendo apenas gorda, quando na realidade é normal ou até magra, enfim, pode estar se vendo (e sentindo) distante de algum padrão ideal de configuração.

Perigos por trás dos sites de relacionamento

As comunidades virtuais representam um papel crescente na vida dos adolescentes. Mais de 90% destes jovens tem acesso à Internet, sendo que a maioria a utiliza diariamente e mais da metade tem uma rede social através dela. Neste grupo populacional, os sites de relacionamento é um local de identidade para a exploração e interação entre grupos. É um local também onde os usuários criam perfis pessoais quem podem conter áudios, vídeos, textos e imagens. Para os adolescentes mais isolados, como aqueles com interesses foram dos padrões usualmente encontrados e/ou esperados na sociedade, estes sites promovem uma interação social que de outra forma não aconteceria.

Contudo, acima dos potenciais benefícios de interação e troca de conhecimento, existem riscos associados ao conteúdo dos perfis desenhados pelos adolescentes. Estes sites também são um local onde os adolescentes mostram publicamente seus hábitos de vida, alguns associados a riscos para a saúde, tais como comportamento sexual e o uso de drogas. Apesar do uso da internet para a criação de uma rede social ser uma prática considerada normal da idade, existem perigos na exibição online de certas informações, a exemplo destes perigos, hackers e maníacos sexuais.
Dada a popularidade dos sites de relacionamento entre os adolescentes, estes sites acabam servindo como ditadores de modas e regras, influenciando outros adolescentes a terem determinado estilo de vida. Por exemplo, referências a praticas sexuais podem criar a ilusão de que o sexo é glamoroso e livre de riscos, promovendo a iniciação sexual. Um estudo conduzido nos Estados Unidos tentou determinar se intervenções online reduziriam a exibição de informações referentes a práticas sexuais e ao uso de drogas nos sites de relacionamento. Concluiu se que um simples email, de maneira curta, enviado pelos próprios sites promoveu uma redução na publicação de tais informações.
A maioria das causas mais importantes de morbidade e mortalidade entre os adolescentes estão associadas com comportamentos de risco à saúde, como práticas sexuais, uso drogas e violência. Fatores protetores, como o envolvimento em entidades religiosas, práticas de sports e hobby, têm sido demonstrados como benéficos para a redução de tais comportamentos. A identificação de fatores que influenciem os adolescentes no envolvimento às práticas “perigosas” ainda permanece um desafio. A investigação dos comportamentos de risco exibidos nos sites de relacionamento pode providenciar novas fontes de informações sobre a maneira de ver e tomar decisões em relação a estes comportamentos
Nutr. Flávia De Conti
Nutrociência Assessoria em Nutrologia Referências
1. Moreno, MA, et al. Reducing At ‐Risk Adolescents´s Display of Risk Behaviors on a Social Networking Web Site. Arch Pediatric Adolesc Med. 2009; 163 (1): 35 – 41.
2. Moreno MA, et al. Display of Health Risk Behaviors on MySpace by Adolescents. Arch Pediatric Adolesc Med. 2009; 163 (1): 27 – 34

Quando “jogar” deixa de ser diversão para se tornar um vício?

No final do ano passado, um garoto japonês resolveu se casar. Mas o que aparentemente era uma notícia boa, na verdade era o sintoma de um grande distúrbio. O problema era a noiva: uma personagem do videogame “Love Plus”, cujo objetivo é exatamente a formação de casais entre os personagens.


Essas formas extremas de se relacionar com os jogos eletrônicos podem parecer até engraçadas, mas significam algo bem mais preocupante para quem as vivencia, mesmo que os usuários não cheguem a absurdos como no caso do jovem japonês. Uma pesquisa realizada pela universidade de Iowa, nos estados Unidos, comprovou que videogames viciam O estudo coordenado por Douglas Gentile entrevistou 1.178 jovens com idades entre 8 e 18 anos e concluiu que um em cada dez destes fazem uso patológico dos jogos eletrônicos. O psicólogo brasileiro, Alexandre Pill afirma que o estudo é importante para alertar sobre o uso crescente dos videogames, usados tanto por adolescentes quanto por adultos.
“O jogo é uma válvula de escape. E o vício é uma forma de encobrir, de compensar problemas que não se consegue resolver” diz, segundo ele, é hora de começar a se preocupar quando a vontade de jogar começa a atrapalhar a vida social. Por exemplo: Se a pessoa, porém, começar a deixar de sair com os amigos, cancelar viagens ou faltar a encontros familiares para jogar, pode ser indício de que a diversão deu lugar ao vício.
Mas ao contrário do que se pensa, o tratamento não é obrigatoriamente a proibição dos jogos ou a exclusão do computador da rotina do jogador. “O vício é só um sintoma é preciso tratar as causas. A vida das pessoas depende cada vez mais do computador como dizer para alguém que não pode mais se aproximar da maquina?”, questiona Pill.

Cuidado com as pulseiras do sexo

Verdes, amarelas, roxas, pretas douradas. As pulseiras coloridas de borracha que recentemente tomaram o pulso de crianças e jovens de todo o País têm gerado polêmica. O que parece apenas modismo de adolescente pode ser mais perigoso do que se imagina. Criado na Inglaterra, o “snap” ou estouro, consiste em tentar arrebentar uma pulseira (lá chamada de “shag band”, ou a “pulseira do sexo”) que o amigo ou amiga tem no braço.

Se conseguir, o dono da pulseira terá de se submeter ao ato correspondente àquela cor, segundo um código já pré-definido, que também foi importado do exterior e que sugere ações nada apropriadas para essa faixa etária. Rosa, por exemplo, corresponde a mostrar os seios. Roxa, simboliza beijo com língua. Preta, sexo. E a dourada é uma junção de todas as outras cores. È difícil saber quando e quais adolescentes brasileiros seguem as regras desse jogo erótico criado pelos ingleses daqueles que apenas foram atraídos pelas cores vibrantes dos braceletes. Mas de qualquer maneira, o assunto é um bom motivo para pais e filhos conversarem, acredita a psicóloga Margareth Scherschmidt, especialista em infância e adolescência. “Por outro lado, nós vivemos um momento em que os pais estão extremamente ocupados em produzir, em trazer suprimento material para casa e acabam esquecendo-se da linguagem simbólica que acontece todos os dias. É sim um alerta, porque os pais deveriam ter uma curiosidade saudável pela vida dos filhos, por seus gostos, pelas coisas que ele está usando e o porquê está usando aquilo. Ninguém pergunta mais. Por outro lado os próprios adolescentes também não questionam. Apenas imitam uns aos outros, sem muitas vezes conhecer os reais significados do que usam e consomem, apenas para fazer parte daquele grupo”. Analisa a psicóloga.
Sobre os jogos sexuais com as pulseiras, cujo pacote com uma dezena custa de R$ 1 a R$ 1,50, Margareth afirma que vivemos a banalização do sexo também entre os adolescentes: “As meninas, que antes não tinham esse padrão masculino de quantidade, hoje têm. ‘Beijei tantos meninos, namorei tantos garotos’. A sexualidade está se ‘coisificando’. Está virando consumo. Ao mesmo tempo, parece ser um jogo para transgredir os limites do outro, um teste, porque os jovens hoje não têm mais limites”, alerta.
Para ela, a solução ainda é a boa e velha conversa com os filhos: “É preciso se encontrar dentro de casa para almoçar, para conversar, ou mesmo para ficar em silêncio. Pais e filhos precisam se ver, se sentir. Como os pais vão perceber uma cara de tristeza ou ansiedade no adolescente se não participam da mesma rotina?”, questiona. “O segredo está em participar, não em proibir ou fingir que aquilo simplesmente não existe”.