quinta-feira, 21 de julho de 2011

Revolta Santa

A revolta não surge à toa, do nada ou como uma boa ideia. Antes, nasce de uma reação violenta contra a injustiça sofrida.
Ao contrário dos acomodados na fé, os revoltados buscam seus direitos adquiridos na cruz com garra, determinação e ousadia.
Partem para o tudo ou nada, vida ou morte diante do Deus que havia feito promessas a Abraão,  Isaque e Israel, com juramento.
Os revoltados nutrem em si espírito de indignação da injustiça sofrida e rejeitam continuar vivendo assim. Preferem a morte.
A exemplo de Abraão que, cansado de tanto esperar, finalmente disse ao Senhor:
- Senhor Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos…? Gênesis 15.2;
De Moisés, ao responder:
Se me tratas assim, mata-me de uma vez, eu Te peço, se tenho achado favor aos Teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria. Números 11.15
De Gideão:
Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as Suas maravilhas que nossos pais nos contaram… Juízes 6.13.
Cada um havia chegado ao limite do desespero. Não temeram por suas vidas nem de suas respectivas famílias. Era tudo ou nada.
Diante disso,  LOGO veio a resposta:
Para Abraão:
A isto respondeu LOGO o Senhor, dizendo: Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro. Então, conduziu-o até fora e disse: Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade. Gênesis 15.4,5.
Para Moisés, respondeu imediatamente:
Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel… Números 11.16.
Para Gideão, disse:
Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas… Juízes 6.14.
A natureza do injustiçado é revoltada. Carrega em si ódio contra o causador das injustiças.
Fogueira Santa de Israel é para revoltados.

Bispo Edir Macedo

Amigo

Em toda a história da humanidade sempre foi necessário haver parceria, tanto por parte dos animais, para a procriação, como para os homens.
Deus viu que Adão precisava de uma auxiliadora e, por isso, criou Eva. Eles então tiveram fi lhos e estes se deram para outros e assim se multiplicaram. Conforme o grupo ia crescendo, houve a necessidade de se criar comunidades, vilarejos e cidades. Os grupos sempre se uniam para o bem da região em que habitavam, e todas as vezes que o interesse próprio e o egoísmo tentavam prevalecer, traziam inimizades e guerras entre eles.
Antes de pecarem, Adão e Eva tinham Deus como Amigo e Parceiro para governar o mundo. Mas, ao desobedecerem à Sua Palavra, fi caram nessa situação de inimizade ou separação com o Senhor Deus. Quando o Seu Filho foi enviado para reatar essa comunhão, Ele deu a todos que O recebem condições de serem amigos novamente de Deus.
Então na cruz pela qual Jesus passou, derramando Seu sangue em favor de todos os habitantes da Terra, foi revelada a vontade do Pai, e a maneira para se alcançar a salvação. A haste vertical simboliza a comunhão direta com Deus, através do sangue de Jesus. E a haste horizontal a amizade com o seu semelhante.
Quando se está aliado com Deus, é possível viver bem com todos, pois dentro de si há a paz celestial. E é isso que torna a pessoa capaz de amar a todos, até mesmo aos seus inimigos.
E por que tanta paixão pelas almas que estão sofrendo nas trevas, vivendo em confusão, ódio, matança e divisão familiar? Porque primeiro foi-se imbuído do amor verdadeiro e incondicional: O amor de Deus!
Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se fazo irmão” (Provérbios 17.17).
Ester Bezerra

Hora da História: Gideão Parte II

Hora da História: Gideão Parte I

Publicado no Blog da EBI 

Eis o primeiro vídeo da historinha de Gideão
Acompanhe que colocaremos a sequência.
É um prazer ensinar a fé de forma tão interessante!

terça-feira, 24 de maio de 2011

IURD TV

Assista à IURD TV.
Clique no link: http://www.arcauniversal.com/iurdtv/
Espalhe por aí:
Publicado por: Bispo Edir Macedo

Voz da sabedoria

Tudo que Deus criou segue um regulamento, uma ordem e também uma hierarquia.
A família também está nessa condição de procedimento e ordem, quando Ele deu aos pais autoridade sobre seus fi lhos, requerendo deles a obediência.
Alguns anos atrás, era notório a infl uência do pai e da mãe sobre os filhos. Bastava o respeito e a maturidade para serem reconhecidos como capazes de dirigir uma família.
Hoje, a maioria dos pais dá aos fi lhos condições para estudarem em boas escolas e assim se formarem e, com isso, passam a ter uma profi ssão liberal. Na prática da mesma, vão se especializando e ganhando mais conhecimento ainda. Assim, menosprezam os conselhos dos pais e seguem a vida achando-se que sabem tudo. Por isso as coisas não dão certas, pois não querem ouvir a voz experiente dos pais. Por outro lado, os pais não assumem o papel de autoridade constituída por Deus e, em consequência disso, são levados a muitas decepções e vergonhas.
Porém, para ser sábio e maduro, não há necessidade de estudar muito e ser formado em alguma coisa. Sábio é aquele que usa a fé inteligente, ouvindo a voz de Deus, colocando em prática os Seus conselhos em toda sua vida. Muitos iletrados, porém tementes a Deus, têm usado de sabedoria com os seus fi lhos.
Desde o mundo antigo, até o mundo moderno de hoje, para se obter a bênção de Deus, seja na vida física, com saúde; na fi nanceira, com sucesso; na espiritual, com alegria da salvação é preciso ser humilde para pedir a orientação e direção de Deus em todos os aspectos de sua vida.
Deus, através do rei Salomão, fi lho de Davi, deixou uma lição de vida para todos, crianças e adultos, com instrução ou sem instrução: “Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” (Provérbios 1.8).
Ester Bezerra

domingo, 15 de maio de 2011

Transtornos alimentares

Atualmente já se descreve o que poderia ser chamado de comportamento de risco para desenvolver um distúrbio alimentar. Em geral, os pacientes bulêmicos ou anoréticos, muito antes da doença estabelecida, já apresentavam alguma alteração emocional e do comportamento.

Emocionalmente esses pacientes de risco apresentavam alguma crítica constante a alguma parte do corpo, insatisfação com o peso, enfim, alguma alteração na percepção corporal (Dismorfia) com diminuição gradativa de suas atividades sociais. Comportamentalmente, apresentavam hábito de fazer dieta mesmo quando o peso estava proporcional à estatura e, mesmo ao perderem peso, continuavam com a dieta (Fisher, 1995).
É importante lembrar que todas essas modalidades de comportamento são de avaliação muito difícil quando se trata de adolescente, visto que nessa faixa etária, o isolamento, os problemas de relacionamento, a preocupação e vergonha com o corpo, a distorção da auto-imagem, aumento do apetite, modismos alimentares, etc., são característicos e esperados, fazendo parte da chamada Síndrome da Adolescência Normal (Referência).
Na psiquiatria, diferentemente do que acontece na obstetrícia, onde a pessoa ou está ou não está grávida, podemos encontrar alterações em graus variados. É como se a pessoa pudesse estar muito grávida ou pouco grávida. E assim acontece com as alterações da auto-imagem corporal.
Sabemos que para se desenvolver a Anorexia Nervosa e a Bulimia é necessário que o paciente experimente antes a Dismorfia Corporal. A característica essencial da a Dismorfia Corporal (Transtorno Dismórfico Corporal pela CID.10 e DISM.IV ou, historicamente, Dismorfofobia) é uma preocupação com algum aspecto na aparência, sendo este aspecto obsessivamente imaginado ou, se realmente houver algo presente, a preocupação sobre isso é acentuadamente excessiva e desproporcional. Essa preocupação exagerada causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento sócio-ocupacional.
Mas, como vimos antes, sendo a psiquiatria uma área caracteristicamente pautada em graus de variações em suas alterações, a Dismorfia Corporal pode ser leve, moderada e grave. Para alterações na Conduta Alimentar é necessário que a pessoa tenha uma auto-imagem alterada quantitativamente ou qualitativamente. Pode estar se achando muito gorda, quando na realidade seria apenas “cheinha”, pode estar se vendo apenas gorda, quando na realidade é normal ou até magra, enfim, pode estar se vendo (e sentindo) distante de algum padrão ideal de configuração.