domingo, 20 de novembro de 2011

Arca da Aliança

A Arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. O livro de Êxodo relata que a montagem da Arca foi orientada por Moisés, inspirado por Deus que indicou seu tamanho e forma.
A Bíblia descreve no livro de Êxodo (Êxodo 25.10-22) a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2,5 côvados de comprimento por 1,5 côvado de altura (1,15 x 0,70 m) e 1,5 côvado de largura, tinha uma moldura de ouro, ou bordadura, ao redor do topo. A tampa em cima da arca era conhecida como propiciatório, por ser considerada uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca tinha quatro argolas de ouro onde as varas, também de ouro, eram inseridas e mantidas ali, em posição de partida.

Nela foram guardadas as tábuas da aliança, o bordão de Arão que floresceu (mas que também brotou amêndoas) e uma urna de ouro contendo o maná (Hebreus 9.4). Estas três coisas representavam a aliança de Deus com o povo de Israel. Para judeus e prosélitos (pessoas convertidas) a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.
Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar e tocar na arca, e apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a presença de Deus se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente. Tocá-la era um ato tolo, pois quem a tocasse que não fosse completamente puro seria morto, razão pela qual existiam varas para seu transporte.
Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur (um dos dias mais importantes do judaísmo no calendário hebreu), o sumo sacerdote poderia ir além do véu que separava o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu um cômodo de dez côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo.
A Arca ficava no centro do acampamento e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.
Um dos mais antigos relatos sobre a Arca da Aliança aparece no fim do período do cativeiro egípcio, quando os hebreus foram mantidos como escravos no antigo Egito, por volta de 1300 a.C. De acordo com o livro bíblico de Êxodo, a Arca representava o favor de Deus junto ao Seu povo abençoado. Além disso, os relatos bíblicos dizem que este acordo selado teria sido estabelecido aos pés do Monte Sinai.

Extraído do Blog: http://www.ebiuniversal.com.br/portal/?p=5721

Consciência


Todos os seres humanos são dotados de uma consciência dada por Deus, o que não acontece com os animais, que não possuem a razão, ou seja, não entendem de justiça. Mais uma prova que o homem não veio do macaco, porque temos algo importantíssimo que os animais irracionais não possuem. Apesar de terem certa inteligência, estes não sentem nenhum tipo de remorso.
Entretanto, todas as pessoas de bem reagem quando veem outros passando o seu próximo para trás. Até mesmo entre os bandidos há essa reação de acertar as contas com os traidores que surgem entre eles. Então essas criaturas racionais entendem perfeitamente das coisas certas e das coisas erradas. Mas, mesmo assim, quantos são os roubos, as traições conjugais, as traições entre sócios, as mentiras políticas e as trapaças de amigos e de familiares.
A falta de conhecimento da Palavra de Deus e mais a falta de temor a Ele têm feito o homem ter a consciência adormecida e subjugada às emoções do coração. Por não pensar como Deus, nem aceitar os Seus conselhos, sofre injustiça e faz injustiça ao próximo. João Batista pregou há mais de 2000 anos sobre o Salvador Jesus Cristo, dizendo:
“Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3.2).
Em Provérbios 20.11 está escrito: “Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto.” Sendo assim, os impuros não escaparão do julgamento, pois foram criados para discernir entre o bem e o mal. Grandes e pequenos, sábios e incultos, ricos ou pobres, todos possuem, no íntimo da alma, essa dádiva preciosa: a consciência. E se ela está aliada à fé, faz-nos justos e justificados para herdar a vida eterna.
Ester Bezerra

Celebração do nome

Quando Adão e Eva pecaram, foi necessário um sacrifício. O sangue de um animal foi derramado para cobrir tanto a nudez quanto a rebeldia deles.
Nos dias de Moisés, quando o povo hebreu foi liberto da escravidão no Egito, e constituída, por Deus, a primeira Páscoa, também foi necessário sacrifi car um cordeiro por cada família. O animal teria que ser o primeiro da madre, com um ano e sem defeito. Todos deveriam comer de sua carne e o sangue ser passado nos umbrais das portas, representando o Libertador de Seu povo escolhido, que haveria de ser enviado para redimir seus pecados: Jesus, o Cordeiro de Deus!
Hoje, comemoramos a Páscoa reconhecendo o sacrifício de Deus, dando o Seu único Filho para morrer pela humanidade. Ele venceu a morte, ressuscitou e resgatou a vida eterna para os que Nele creem. Por isso, Deus Pai O exaltou, O glorifi cou e deu poder ao Seu Nome que está sobre todos os nomes no céu, na terra e no inferno, e determinou que, diante Dele, todo joelho se dobre. “O Teu Nome, Eu O farei celebrado de geração a geração, e, assim, os povos Te louvarão para todo o sempre” (Salmos 45.17).
Ainda é tempo de aproveitar a oportunidade de se render e aceitar o Redentor. O que você prefere? Se render hoje a esse Nome e viver para servi-LO por toda a eternidade ou ir pelo caminho largo, distante de Deus, para o inferno, com o diabo e seus anjos?
Ele lhe deu livre arbítrio para escolher a vida ou a morte eterna.
Ester Bezerra

TIRINHAS DA TURMINHA DA FÉ

domingo, 4 de setembro de 2011

Curiosidades



  • Metusalém viveu 969 anos. (Gênesis 5.27)
  • O povo de Israel quis fazer de Gideão seu rei, porém ele não aceitou. (Juízes 8.22-23)
  • Gideão teve 70 filhos homens. (Juízes 8.30)
  • Saul rei de Israel e seus filhos tiveram seus ossos sepultados debaixo de uma árvore. (1 Samuel 31.13)
  • Débora desempenhou a dupla função: Juíza e Profetiza do povo de Israel. (Juízes, 4.4)
  • Aitofel foi o 1º homem, citado na Bíblia, que se enforcou (2 Samuel 17.23)
  • Ezequias orou e teve mais 15 anos de vida. (2Reis 201 e 20.5)
  • Em Antioquia os discípulos foram chamados de cristãos pela primeira vez. (Atos 11-26)
  • Zacarias ficou mudo após falar com um anjo. (Lucas 1.20)
  • Maria Madalena a 1ª pessoa para a qual Jesus apareceu após a sua ressurreição. (Marcos 16.9)
 Extraído do Site da EBI: http://www.tfteen.com.br/ceara/2011/07/21/curiosidades/

Vidas com e sem mentiras

Tudo começa quando a mãe pergunta para o filho: O dever da escola já foi feito? É nesse momento que o filho começa a pensar naquilo que ficará sem poder fazer. Se responder a verdade, ou seja, que ainda não foi feito o trabalho da escola, ele sabe que terá que abrir mão da sua programação favorita da televisão ou dos joguinhos do videogame. Então responde à sua mãe que fez o dever e, bem cedo, começa a sua vida de mentiras. A mãe também ensina que se deve cumprimentar os mais velhos, e ele finge não perceber as pessoas ali. Assim vai crescendo e aprendendo a enganar as pessoas por interesse próprio.
Quando começa a namorar, em vez de comparecer na casa da moça, vai para as aladas com os amigos. Sabe enganar também a namorada com desculpas convincentes, dizendo que fi cou fazendo alguma coisa importante para o pai ou para o chefe no rabalho. No trabalho, sempre tem uma justificativa para o seu atraso naquele dia. Mais tarde se casa, mas trai a mulher, afinal todos fazem isso e eu não vou ser diferente. E assim vai levando a sua vida, enganando os outros e a si próprio.
Mas a criança que sabe agradar aos pais e, sobretudo, a Deus, como a que tem frequentado a EBI, aprende cedo a honrar os pais e a Deus. Ela sabe que poderá se dirigir ao Pai Celeste, que obterá a atenção Dele e se sentirá forte no espírito para enfrentar qualquer situação sem mentiras. Ela fala sempre a verdade, pois aprendeu a obedecer à Sua Palavra. É uma criança feliz e, mais tarde, será bem-sucedida, pois sabe chegar à presença de Deus através de uma oração como esta: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Salmos 51.10).
Ester Bezerra

Confessando os erros



A história de Sansão
 
 Sansão era um narizeu, que viveria para servir a Deus, ele não podia cortar o cabelo e tinha que defender o seu povo. Por ser muito forte, Sansão sempre vencia as batalhas, derrotava os inimigos, e vencia sozinho numerosos exércitos e a até um leão.

E por ele ser escolhido por Deus não deveria namorar jovens que adorassem a outros deuses. Mas Sansão acabou gostando de Dalila, uma jovem filisteia.

Os filisteus ficaram sabendo que Sansão gostava de Dalila e deram dinheiro para que ela descobrisse o segredo da força de Sansão. Ela fez de tudo para enganar Sansão e por três vezes ele deu pistas falsas para Dalila. Porém a filisteia não desistiu até que Sansão contou o seu grande segredo dizendo:

– Nunca cortei o cabelo! Desde quando nasci fui consagrado a Deus. Perderei minha força se meu cabelo for cortado.

Sansão nunca deveria ter feio isso, pois no momento que contou o segredo, ele quebrou o voto com Deus. Quando Sansão estava dormindo, os inimigos cortaram o cabelo dele e ele perdeu a sua força. Sansão foi preso e levado escravo. Colocaram Sansão preso nas colunas de um templo, onde adoravam a um falso deus, e os filisteus se reuniram para ver Sansão. Eles riam e zombavam de Sansão que, cego e fraco, nada podia fazer. Porém Sansão se arrependeu de ter quebrado o voto e orou a Deus, pedindo mais uma oportunidade de vencer os inimigos. Deus o perdoou e enviou o Espírito de força que, pela última vez, o encheu e Sansão derrubou as colunas do templo, destruindo todos os inimigos.

Vamos ensinar as crianças que Sansão reconheceu que estava errado e confessou para Deus e o Senhor o perdoou, dando-lhe outra oportunidade. Assim acontece com cada um de nós, quando desagradamos a Deus, devemos pedir perdão e não podemos fazer mais as coisas erradas para que o Espírito Santo possa vir sobre as nossas vidas.

“Então eu Te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade (...) e Tu perdoaste...” (Salmos 32.5 NTLH).