domingo, 15 de maio de 2011

Perigos por trás dos sites de relacionamento

As comunidades virtuais representam um papel crescente na vida dos adolescentes. Mais de 90% destes jovens tem acesso à Internet, sendo que a maioria a utiliza diariamente e mais da metade tem uma rede social através dela. Neste grupo populacional, os sites de relacionamento é um local de identidade para a exploração e interação entre grupos. É um local também onde os usuários criam perfis pessoais quem podem conter áudios, vídeos, textos e imagens. Para os adolescentes mais isolados, como aqueles com interesses foram dos padrões usualmente encontrados e/ou esperados na sociedade, estes sites promovem uma interação social que de outra forma não aconteceria.

Contudo, acima dos potenciais benefícios de interação e troca de conhecimento, existem riscos associados ao conteúdo dos perfis desenhados pelos adolescentes. Estes sites também são um local onde os adolescentes mostram publicamente seus hábitos de vida, alguns associados a riscos para a saúde, tais como comportamento sexual e o uso de drogas. Apesar do uso da internet para a criação de uma rede social ser uma prática considerada normal da idade, existem perigos na exibição online de certas informações, a exemplo destes perigos, hackers e maníacos sexuais.
Dada a popularidade dos sites de relacionamento entre os adolescentes, estes sites acabam servindo como ditadores de modas e regras, influenciando outros adolescentes a terem determinado estilo de vida. Por exemplo, referências a praticas sexuais podem criar a ilusão de que o sexo é glamoroso e livre de riscos, promovendo a iniciação sexual. Um estudo conduzido nos Estados Unidos tentou determinar se intervenções online reduziriam a exibição de informações referentes a práticas sexuais e ao uso de drogas nos sites de relacionamento. Concluiu se que um simples email, de maneira curta, enviado pelos próprios sites promoveu uma redução na publicação de tais informações.
A maioria das causas mais importantes de morbidade e mortalidade entre os adolescentes estão associadas com comportamentos de risco à saúde, como práticas sexuais, uso drogas e violência. Fatores protetores, como o envolvimento em entidades religiosas, práticas de sports e hobby, têm sido demonstrados como benéficos para a redução de tais comportamentos. A identificação de fatores que influenciem os adolescentes no envolvimento às práticas “perigosas” ainda permanece um desafio. A investigação dos comportamentos de risco exibidos nos sites de relacionamento pode providenciar novas fontes de informações sobre a maneira de ver e tomar decisões em relação a estes comportamentos
Nutr. Flávia De Conti
Nutrociência Assessoria em Nutrologia Referências
1. Moreno, MA, et al. Reducing At ‐Risk Adolescents´s Display of Risk Behaviors on a Social Networking Web Site. Arch Pediatric Adolesc Med. 2009; 163 (1): 35 – 41.
2. Moreno MA, et al. Display of Health Risk Behaviors on MySpace by Adolescents. Arch Pediatric Adolesc Med. 2009; 163 (1): 27 – 34

Quando “jogar” deixa de ser diversão para se tornar um vício?

No final do ano passado, um garoto japonês resolveu se casar. Mas o que aparentemente era uma notícia boa, na verdade era o sintoma de um grande distúrbio. O problema era a noiva: uma personagem do videogame “Love Plus”, cujo objetivo é exatamente a formação de casais entre os personagens.


Essas formas extremas de se relacionar com os jogos eletrônicos podem parecer até engraçadas, mas significam algo bem mais preocupante para quem as vivencia, mesmo que os usuários não cheguem a absurdos como no caso do jovem japonês. Uma pesquisa realizada pela universidade de Iowa, nos estados Unidos, comprovou que videogames viciam O estudo coordenado por Douglas Gentile entrevistou 1.178 jovens com idades entre 8 e 18 anos e concluiu que um em cada dez destes fazem uso patológico dos jogos eletrônicos. O psicólogo brasileiro, Alexandre Pill afirma que o estudo é importante para alertar sobre o uso crescente dos videogames, usados tanto por adolescentes quanto por adultos.
“O jogo é uma válvula de escape. E o vício é uma forma de encobrir, de compensar problemas que não se consegue resolver” diz, segundo ele, é hora de começar a se preocupar quando a vontade de jogar começa a atrapalhar a vida social. Por exemplo: Se a pessoa, porém, começar a deixar de sair com os amigos, cancelar viagens ou faltar a encontros familiares para jogar, pode ser indício de que a diversão deu lugar ao vício.
Mas ao contrário do que se pensa, o tratamento não é obrigatoriamente a proibição dos jogos ou a exclusão do computador da rotina do jogador. “O vício é só um sintoma é preciso tratar as causas. A vida das pessoas depende cada vez mais do computador como dizer para alguém que não pode mais se aproximar da maquina?”, questiona Pill.

Cuidado com as pulseiras do sexo

Verdes, amarelas, roxas, pretas douradas. As pulseiras coloridas de borracha que recentemente tomaram o pulso de crianças e jovens de todo o País têm gerado polêmica. O que parece apenas modismo de adolescente pode ser mais perigoso do que se imagina. Criado na Inglaterra, o “snap” ou estouro, consiste em tentar arrebentar uma pulseira (lá chamada de “shag band”, ou a “pulseira do sexo”) que o amigo ou amiga tem no braço.

Se conseguir, o dono da pulseira terá de se submeter ao ato correspondente àquela cor, segundo um código já pré-definido, que também foi importado do exterior e que sugere ações nada apropriadas para essa faixa etária. Rosa, por exemplo, corresponde a mostrar os seios. Roxa, simboliza beijo com língua. Preta, sexo. E a dourada é uma junção de todas as outras cores. È difícil saber quando e quais adolescentes brasileiros seguem as regras desse jogo erótico criado pelos ingleses daqueles que apenas foram atraídos pelas cores vibrantes dos braceletes. Mas de qualquer maneira, o assunto é um bom motivo para pais e filhos conversarem, acredita a psicóloga Margareth Scherschmidt, especialista em infância e adolescência. “Por outro lado, nós vivemos um momento em que os pais estão extremamente ocupados em produzir, em trazer suprimento material para casa e acabam esquecendo-se da linguagem simbólica que acontece todos os dias. É sim um alerta, porque os pais deveriam ter uma curiosidade saudável pela vida dos filhos, por seus gostos, pelas coisas que ele está usando e o porquê está usando aquilo. Ninguém pergunta mais. Por outro lado os próprios adolescentes também não questionam. Apenas imitam uns aos outros, sem muitas vezes conhecer os reais significados do que usam e consomem, apenas para fazer parte daquele grupo”. Analisa a psicóloga.
Sobre os jogos sexuais com as pulseiras, cujo pacote com uma dezena custa de R$ 1 a R$ 1,50, Margareth afirma que vivemos a banalização do sexo também entre os adolescentes: “As meninas, que antes não tinham esse padrão masculino de quantidade, hoje têm. ‘Beijei tantos meninos, namorei tantos garotos’. A sexualidade está se ‘coisificando’. Está virando consumo. Ao mesmo tempo, parece ser um jogo para transgredir os limites do outro, um teste, porque os jovens hoje não têm mais limites”, alerta.
Para ela, a solução ainda é a boa e velha conversa com os filhos: “É preciso se encontrar dentro de casa para almoçar, para conversar, ou mesmo para ficar em silêncio. Pais e filhos precisam se ver, se sentir. Como os pais vão perceber uma cara de tristeza ou ansiedade no adolescente se não participam da mesma rotina?”, questiona. “O segredo está em participar, não em proibir ou fingir que aquilo simplesmente não existe”.

A moda e sua influência

Piercing

Como a tatuagem, o piercing de várias formas e tamanhos têem evoluido e chamado a atenção. Nos dias de hoje até mesmo crianças têm piercing na sobrancelha, no umbigo, nariz e orelhas, enfim homens, mulheres e crianças têm se entregado e abusado dessa onda da moda.
Os jovens são as principais vítimas dessa moda, é piercing na língua, nos seios e até em lugares mais ousados. A verdade é que ninguém quer estar fora da moda, todos querem andar de acordo com a moda da turma.
O conselho: é cuidado com suas amizades! Não ceda a pressões de seus colegas que tentam lhe induzie ao erro, pergunte-se o que me torna diferente de meus amigos? Lembre-se “T enho um Deus que faz toda a diferença!” Jesus Cristo é o melhor dos amigos, o amigo mais leal e o único em que podemos confiar totalmente. Ele quer estar com você e ajudá-lo na escolha de suas amizades.
Não queira seguir as loucuras do modismos, viva essa vida especial e maravilhosa que Jesus Cristo tem nos dado. Você não precisa e nem deve se envolver com o que pode se com que pode contaminar ou prejudicar sua vida espiritual – Jesus é tudo que você precisa.
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.” 1 Coríntios 10.23
“Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam ao Senhor.” 2 Timóteo 2.22

Celebração do nome

Quando Adão e Eva pecaram, foi necessário um sacrifício. O sangue de um animal foi derramado para cobrir tanto a nudez quanto a rebeldia deles.
Nos dias de Moisés, quando o povo hebreu foi liberto da escravidão no Egito, e constituída, por Deus, a primeira Páscoa, também foi necessário sacrifi car um cordeiro por cada família. O animal teria que ser o primeiro da madre, com um ano e sem defeito. Todos deveriam comer de sua carne e o sangue ser passado nos umbrais das portas, representando o Libertador de Seu povo escolhido, que haveria de ser enviado para redimir seus pecados: Jesus, o Cordeiro de Deus!
Hoje, comemoramos a Páscoa reconhecendo o sacrifício de Deus, dando o Seu único Filho para morrer pela humanidade. Ele venceu a morte, ressuscitou e resgatou a vida eterna para os que Nele creem. Por isso, Deus Pai O exaltou, O glorifi cou e deu poder ao Seu Nome que está sobre todos os nomes no céu, na terra e no inferno, e determinou que, diante Dele, todo joelho se dobre. “O Teu Nome, Eu O farei celebrado de geração a geração, e, assim, os povos Te louvarão para todo o sempre” (Salmos 45.17).
Ainda é tempo de aproveitar a oportunidade de se render e aceitar o Redentor. O que você prefere? Se render hoje a esse Nome e viver para servi-LO por toda a eternidade ou ir pelo caminho largo, distante de Deus, para o inferno, com o diabo e seus anjos?
Ele lhe deu livre arbítrio para escolher a vida ou a morte eterna.
Ester Bezerra